Roteiro de 15 dias visitando a região de Gaspésie (Parte 1)

Como vocês sabem nós comemoramos 10 anos de Canadá agora no final de agosto e tínhamos planejado ainda ano passado uma viagem de carro saindo de Toronto até Vancouver. Com a pandemia a viagem não saiu e acabamos cancelando todos os hotéis que tínhamos reservado e achamos que não iríamos fazer nenhum passeio longo este ano. Começamos a fazer passeios curtos e acampar aqui em Ontário e vimos que poderíamos sim explorar alguma região do Canadá para comemorar esta data. Quem me acompanha sabe que eu tenho alguns posts de lugares que quero visitar aqui no Canadá, inclusive um post de 2011 falando de lugares diferentes na costa leste do Canadá e, adivinhem, já falava da região de Gaspésie. Este local sempre esteve nos meus sonhos e tinha até um roteiro rascunhado. Pois conversando com meu marido resolvemos marcar para explorar esta região agora e foi simplesmente incrível.

Pegamos 15 dias de férias do trabalho e traçamos um roteiro bem flexível, baseado no clima e também nos carregadores de carro elétrico, já que viajamos com nosso Tesla. A idéia era conhecer a região mas curtir a família e a companhia um do outro. E, quer saber? O destino não poderia ser mais perfeito: região linda, rústica e cheia de natureza. Levamos nosso equipamento de camping mas como sabíamos que estaria frio também fizemos reservas em hotéis. Já vou antecipar que montamos a barraca apenas 2 vezes em 15 dias e nos outros dias ficamos em hotéis ou cabins. Vale falar que fizemos toda a viagem sem acessar celular e estando 100% no momento. Sabe aquela idéia de não saber qual dia da semana é? Pois foi assim que nos sentimos.

Sobre a região

A região é chamada de Gaspésie ou Gaspé Península ou Gaspé e é uma península na província de Quebéc que é caracterizada pela perfeita combinação entre mar, florestas e montanhas. É o lugar PERFEITO para quem ama natureza e fotografia, pois todo canto é super fotogênico. Eu não estou exagerando: eu bati em torno de 3000 fotos no meu celular, isso sem contar as que meu marido bateu.

A região fica a 1500km de Toronto, o que dá cerca de 15h de carro direto. Como viajamos com criança achamos ideal tirar 2 semanas. E também porque fizemos a península toda – toda sua costa e também estradas locais. Muitas pessoas vão correndo e direto para Percé que, apesar de ser a parte mais famosa da viagem não é o destaque. Na verdade será muito difícil para mim escolher somente um local e é por isso que eu resolvi trazer nosso roteiro detalhado em uma série de 4 posts, onde eu vou mostrar várias fotos para vocês e detalhes de como eu senti vendo animais selvagens, visitando parques nacionais, vendo os meninos correrem livres na natureza, imaginando como Jojoe iria amar a viagem (e morrendo de saude dele a todo momento!) e explorando uma região que eu sempre sonhei conhecer.

Vale citar aqui que este mapa é do site oficial Tourisme Gaspé e lá vocês encontram muitas informações legais para montar o seu roteiro. Muito da minha pesquisa foi feito através deste site, que é muito completo. Clique aqui para acessar.

Clima nesta época do ano

Nós queríamos ter feito esta viagem no início de agosto, para pegar o clima mais quente. Mas sabíamos que quanto mais tarde menos pessoas estariam lá, então optamos por pegar “um pouco de frio” para não pegar os locais muito cheios. Deu certo e nem achei o clima tão frio assim. Já quando chegamos na região de Bas-Saint-Laurent achei que a temperatura baixou um pouco (digamos para 18-20C), mas quando chegamos na parte Norte da península até Percé notamos que as temperaturas baixaram bastante, chegando a ter um dígito à noite. Preciso dizer aqui que em nenhum momento a temperatura nos incomodou: pelo contrário, estava muito gostoso passear, explorar e fazer trilha. Não conseguimos ir nas praias como imaginávamos (i.e. entrar na água do mar), mas mesmo assim conseguimos aproveitá-las.

Pegamos 3 dias de chuva na viagem, sendo que dois deles foram quando estávamos cruzando a parte Norte e Sul da península. Fico triste só de pensar porque se essas região já foram maravilhosas com chuva fico só imaginando com céu azul. A parte Norte em especial me lembrou muito a Big Sur da Califórnia e foi uma das (muitas) gratas surpresas da viagem. Vale falar que o furacão Laura estava passando pelos Estados Unidos e trouxe um dia de chuva para a região quando estava passando por aqui – já em uma categoria bem baixa.

Viajando de carro elétrico

Rodamos 3500km nesta viagem, todos eles com nosso carro elétrico. Apesar do último supercharger do Tesla ser ainda na região do Bas-Saint-Laurent nós ficamos impressionados como Quebéc possui vários locais para carregar o carro. Restaurantes, hotéis, centros de informação: quase todos os lugares possuíam um carregador, o que tornou a nossa viagem muito tranquila. Destaque aqui para o Electric Circuit, uma rede de carregadores da província de Quebéc que é show. Se você quiser fazer esta viagem de Tesla precisará ter um adaptador para carregar nestes locais, mas vale a pena porque há muitos.

Nosso roteiro detalhado, dia a dia

Eu tenho muitas dicas para dar para vocês sobre esta viagem. Como sempre eu quero deixar um texto bem completinho, porque foram muitas pesquisas para chegar a este roteiro que eu considero perfeito para quem viaja com criança e quer curtir a natureza. Por isso irei dividir o roteiro em 4 posts, assim posso dar estes detalhes sem vocês ficarem perdidos com tanta informação em um só texto. Fizemos uma média de 250km por dia (nos dias que estávamos na estrada) e nosso retorno foi mais intenso (voltamos em 2 dias e meio). Os meninos amam estar no carro e se distraem com música, histórias e olhando para a rua vendo tudo de diferente.

Dia 1: Toronto até Ivy Lea (300km, 3h)

Consideramos este o dia 1 porque assim que saímos de casa já nos desconectamos e tentamos relaxar e parar de pensar nas obrigações (nem sempre é fácil nos primeiros dias da viagem, não é?). Saímos no meio da tarde e nosso intuito aqui foi ganhar tempo. Neste primeiro dia acampamos no KOA Ivy Lea. Quem tem nos acompanhado sabe que adoramos ficar nos campings da rede KOA, por eles serem super organizados. E o de Ivy Lea foi ótimo e gostamos bastante da estrutura.

Como neste dia nós trabalhamos, pegamos 3h de estrada e ainda tivemos que montar a barraca nós sabíamos que teríamos que ter um jantar prático, mas delicioso porque seria o primeiro jantar da viagem. E a escolha foi a caixa de burger gourmet da Burgerish. Nós viramos fãs da empresa, que faz caixas com tudo que você precisa para fazer um burger delicioso onde você estiver: brioche de padaria francesa, carne de primeira não congelada, molhos caseiros e salada. O melhor de tudo é que os meninos AMAM, então juntamos o útil e o agradável e nossa primeira refeição desta viagem foi um burger delicioso, ao ar livre e vendo o sol se pôr. Mais prefeito impossível.

Vale falar que este camping fica no começo da Thousand Island Parkway, uma estrada de 40km que passa ao redor da água e da região de 1000 Ilhas, que é linda. Nós já visitamos a região várias vezes, então desta vez não paramos para explorar o lugar. Mas fica aqui a dica se você não conhece: é uma região linda. Clique aqui e veja posts no blog sobre a região.

Dia 2: Ivy Lea até Montreal (250km, 2h30)

Apesar de um final de noite lindo acordamos com chuva em Ivy Lea. Quem acampa sabe como é chato ter que desmontar as coisas do camping com chuva. Eu detesto! Sorte que conseguimos tomar café da manhã com calma, mas na foto abaixo já dá para ver o céu escuro. Mas fizemos e seguimos viagem para nosso próximo camping, o KOA Montreal South. Vale falar que Montreal possui dois campings da rede KOA, mas lendo os reviews vimos que o da região sul é infinitamente melhor, então optamos por ficar neste.

Meu plano era visitar dois locais que não conhecia neste trajeto: a Upper Canada Village e a Long Sault Parkway. Para quem não sabe a Upper Canada Village é uma vila história / museu que recria como a vida era no século 19 na região. São mais de 40 edifícios históricos, incluindo fábricas em funcionamento, edifícios comerciais e fazendas, todos abertos para os visitantes olharem e verem como os “locais” trabalhavam e viviam. Quando chegamos na vila estava tudo preto e parecia que ia chover muito. A idéia era também passear pelos monumentos e parques ao redor do local (como o lindo Battle of Crysler’s Farm National Historic Site, foto abaixo) mas estes locais estavam fechados. Não me importei em seguir viagem porque o local não é assim tão longe de Toronto e certamente teremos outras oportunidades para visitá-la. Vale falar que ali pertinho tem um parque de dinossauros chamado de Prehistoric World, que tínhamos pensado em visitar com os meninos mas achei o estacionamento um pouco cheio, então pulamos também.

O outro local que queria ter explorado com mais detalhes – mas não foi possível porque a maioria dos parques e praias estavam fechados – foi a Long Sault Parkway, uma estrada de 10km que passe por 11 ilhas artificiais cheias de parque, trilhas e praias. A área ao redor da estrada foi inundada em 1950 para a construção da represa Moses-Saunders Power Dam e para expandir a St. Lawrence Seaway. As 11 ilhas no Long Sault Parkway são os pontos mais altos que permaneceram após a inundação. Nós passamos pelo local em um dia nublado, mas mesmo assim achamos lindo. Queremos voltar!

Depois de passar por estas duas atrações sem muito sucesso paramos em Cornwall para carregar o carro e saímos de Ontário, chegando na província de Quebéc. Fomos direto para o camping, apesar de morrer de vontade de explorar Montreal. Como falei anteriormente fomos para um dos KOAs de Montreal e desta vez ficamos em uma cabin e não em barraca. Esta cabine que ficamos tem uma cama de casal e um beliche, mas não tem banheiro. Mas vale falar que o banheiro deste acampamento é novinho. Achamos uma ótima opção e tudo muito limpo e confortável, além de fofo. Os meninos amaram a experiência. Neste dia fizemos churrasco e s’mores e os meninos demoraram muito para dormir, então ficamos de pijama na lareira até ficar bem escuro, um momento muito especial.

Dia 3: Montreal até Quebéc City (255km, 2h30)

Mais um dia, mais 2h na estrada. O trajeto de Montréal até Quebéc City pode ser feito via Route Transcanadienne/Autoroute 20 ou via Autoroute 40. Há ainda a cênica Chemin du Roy, que optamos por passar na nossa volta e eu vou mostrar mais detalhes para vocês em outro post (mas já passamos por ela, então vocês podem ver mais detalhes neste post aqui). A mais rápida e mais curta é a estrada 20, que foi a que fizemos por motivos de querermos explorar a ilha de Orleans, que é uma das minhas atrações favoritas de Quebéc City (veja mais detalhes aqui). A ilha é maravilhosa: super rural, super francês, super tradicional e estupidamente romântica e linda. A ilha tem um ar bucólico, com fazendas, casas magníficas, vinícolas e restaurantes incríveis. A idéia era almoçar por lá e curtir a tarde até irmos para o camping, mas eu não lembrei que era sábado e, adivinhem? A ilha estava lotada, muito lotada. Não conseguimos sair do carro mas dirigimos por boa parte dela e já coloquei no caderninho de lugares para visitar passar pelo menos 4 dias por lá, explorando tudo com calma e de preferência em um dia de semana. Segue abaixo uma lista de lugares que eu queria ter visitado, caso você esteja passando no local:

Depois da falta de sucesso com nosso passeio do dia fomos para o camping: KOA Quebec City. Ao contrário dos outros KOAs que já ficamos achamos esse bem ruim: muito cheio e com sites pequenos, banheiros sujos e do lado da rodovia (i.e. muito barulho). Nós montamos nossa barraca, dormimos cedo e acordamos cedo no outro dia para já seguir viagem e sair de lá rapidinho. Quase não bati fotos do local (só mesmo essa da nossa janta e do caminho para ir no único banheiro disponível). Vale falar que ali pertinho tem uma loja da Chocolats Favoris que é imperdível, fica a dica.

Dia 4: Quebéc City até St.-Mathieu-de-Rioux (275km, 2h45)

Deixamos nosso camping de Quebec City bem cedinho, porque estávamos ansiosos para finalmente visitarmos uma parte da província que não conhecíamos. Nós já fomos “além de Quebéc City” inúmeras vezes – incluindo uma região maravilhosa de fjordes, mas nunca tinhas explorado a parte sul da Bas-Saint-Laurent e, obviamente a península de Gaspé. Então foi neste dia 4 que a viagem realmente começou para a gente. Nossa primeira parada do dia foi na cidade de Rivière-du-Loup para carregar o carro. E lá que fica o “último supercharger” da região (mas como disse anteriormente isso não fez diferença porque havia vários carregadores ótimos e potentes no trajeto). Não paramos na região porque no nosso retorno dormimos no local. O intuito deste dia era chegar no Parc National du Bic, que apesar do nome nacional é um parque da província de Quebéc.

Vale falar aqui que assim que você deixa Quebéc City de carro você já vai notando a diferença de paisagem: montanhas e um litoral recortado, além de temperaturas mais frescas. O “ar” de mar vai te consumir e você vai certamente se apaixonar pela viagem. Você sabe EXATAMENTE quando o Parc du Bic está chegando, porque aquelas montanhas que vem de acompanhando desde Quebéc começam a querer ficar mais juntas e começam a proporcionar uma paisagem maravilhosa, incrível, lindíssima.

O Parc National du Bic é famoso pela sua mudança de maré, pelas suas focas e pelas trilhas lindas (mais de 25km) feitas sentindo a brisa do mar. Nós chegamos no parque e fomos direto ver as focas – geralmente elas estão no Cap Caribou ou no Pointe aux Épinettes. Achei ótimo que há um certo respeito e você não pode chegar muito perto, dando tranquilidade para os bichos. Mesmo assim conseguimos ver bem e os meninos amaram. Outros lugares lindos do parque são l’Ile aux Amours, La Baie du Ha! Ha! e La Ferme-Rioux. Vale falar que há uma trilha para ver toda a região (Champlain Trail Lookout) que obviamente não fizemos com os pequenos. Em “épocas normais” há um ônibus que leva os visitantes para o topo, mas ele não estava funcionando por causa da pandemia.

Depois de explorar este parque lindo fomos para o nosso acampamento e, adivinhem? KOA também! E desta vez ficamos em uma cabin com cozinha e banheiro, novinha. O KOA que ficamos foi o Bas Saint-Laurent que fica na beira do lago St-Mathieu, que é simplesmente lindo. Nós não dávamos nada por esse local e nos impressionou em TUDO: região linda, estrada cênica (olha só a primeira foto da subida que temos que fazer para chegar neste lago meio que “secreto”), lago calmo, região vazia, camping super estruturado e nossa casinha incrível. Estava quente e pudemos aproveitar o lago e curtir o splash pad do local. Além disso havia a opção de alugar carrinho de golf então alugamos e os meninos amaram ficar passeando de carro de golf pelo camping e nas praias do lago. Foi demais!

Dia 5: Lac St-Mathieu, Saint-Fabien-sur-Mer e Rimouski

Passamos o dia todo explorando a região e curtindo nossa cabine na frente do lago. Pela manhã ficamos na “praia” o dia todo, curtindo o calor e andando de carro de golf por todos os cantos. Descansando mesmo, depois de 4 dias viajando bastante de carro.

Mas claro que não iríamos ficar parados o dia todo e resolvemos explorar a região. A primeira passada foi em Saint-Fabien-sur-Mer, uma vila bucólica que tem uma praia lindíssima que faz parte do parque du Bic. Vale falar que o parque du Bic tem outras entradas e não somente a principal. Vale citar aqui a estrada Route du Quai que vale a visita e é onde você pode alugar kayak para explorar a região.

Depois fomos explorar a maior cidade da região: Rimouski (50 mil habitantes). Visitamos o centrinho e fomos direto para o Site Historique Maritime de La Pointe-au-Père – SHMP, que tem museu, vila histórica, farol, submarino e monumento e museu em homenagem ao RMS Empress of Ireland, um navio que afundou na região e matou mais de 1000 pessoas, dois anos antes do Titanic. O melhor da visita a região foi a baleia (ou baleias) que vimos pulando literalmente na nossa frente. Os meninos e nós ficamos sem reação, nem batemos foto. Foi maravilhoso! Eu olhava para o mar, olhava para o farol, olhava para os meninos e o Ju e agradecia muito. Que lugar lindo e especial.

Espero que tenham gostando do roteiro e aguardem que estarei postando os outros 10 dias desta viagem em breve.

15 Resultados

  1. Danielle Maria Ferraz disse:

    Linda viagem! Vou guardar cada dica, ainda vou conhecer toda essa região, conheço até Québec, moro entre Montréal e Québec, numa cidade linda que acho que vocês iriam adorar conhecer, muita cultura, parques e história!
    Um abraço pra você e sua família!

    • Ola Danielle
      Obrigada pela mensagem! Fiquei curiosa em saber qual cidade vc mora? Nós já viajamos muito por Montreal e Quebec então pode ser que a gente conheça.
      Abraços

      • Danielle disse:

        Olá Gaby, moro em Trois-Rivières, exatamente no meio do caminho entre Montréal e Québec. Se você já conhece tomara que tenha gostado porque estamos aqui à 7 anos e sempre encontramos cantinhos lindos!
        Um abraço!

  2. Maíra disse:

    Nossa, já amei! Quero conhecer todos esses lugares!

  3. Teresa Mafra disse:

    Definitivamente seus posts são os melhores!! Sua maneira de narrar é tão especial que nos transporta imediatamente para o lugar que você está descrevendo. Outra coisa admirável é a lindeza das fotos e a maneira cuidadosa e completa que você passa o roteiro. Tem que lançar um livro, um e-book porque seus roteiros estão se tornando indispensáveis. Muito obrigada, Gaby querida!!

  4. Elane Dutra disse:

    Ei Gaby!
    Que lugares lindos!
    Continue sim com textos longos rsrs, eu adoro ler.

    Obrigada por compartilhar mais essa viagem.

    Abraços! Aguardando próximos posts.

  5. Anna disse:

    Que maravilha de lugares!!!

  6. Simone disse:

    Amei ler o post sobre a viagem.

  7. Thabata disse:

    Oi Gaby, eu sabia que valeria muito a pena esperar pelo seu post! Ficou tão gostoso de ler que nem parece que ficou grande. Que lugar lindo!!! As fotos estão tao lindas!!! Ansiosa aguardando os próximos posts! Sua felicidade e bom humor se refletem nos seus textos e fica tão agradável de ler.
    Obrigada por compartilhar essa viagem conosco!
    Grande beijo,
    Thabata

    • Que comentário especial Thabata. Em uma era que as pessoas não gostam muito de ler – e as vezes eu me pergunto se ainda vale escrever posts longos – ler seu comentário me deixou muito feliz. Beijos

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