Road trip Toronto > Houston: a história por trás da viagem e por onde andamos

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Meu marido adora basketball (inclusive jogou quando era menor – em idade, não em tamanho-, lá no Brasil) e eu acabei gostando por causa dele; afinal, é um esporte super legal e, no caso dos jogos da NBA, o pessoal sabe mesmo fazer um grande espetáculo, coisa que eu adoro. Com o tempo eu acabei aprendendo o nome dos jogadores, as regras, as gírias, as manobras e até tendo meu time favorito. Dentro deste meu conhecimento/interesse sobre o esporte, o NBA All Star sempre foi algo que me chamou a atenção. Ele é um evento anual que reune os melhores jogadores de basket da NBA (e, portanto, do mundo), votados pelo público. Os jogadores são divididos em equipes que representam as conferências Leste e Oeste. O principal objetivo da partida é realizar um espetáculo. O segundo objetivo é voltado para a “moral”, já que todos os jogadores querem se destacar e ser o “melhor dos melhores”. Portanto, todos os anos eu e o marido tiramos o final de semana do NBA All Star Weekend para comer pipoca, ficar de pijama e assistir aos eventos. E todas as vezes que assistíamos juntos (sem exceção) morríamos de vontade de estar lá e assistir tudo, ao vivo.

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Pois bem, eis que 4 dias antes do evento surgiu uma oportunidade de irmos (férias possíveis + ingressos disponíveis a preços não tão absurdos + feriado no Canadá) e não pensamos duas vezes: arrumamos nossas malas, pegamos nosso cachorro e nos mandamos para uma Road trip pelo território Americano. O destino: Houston, Texas. O Objetivo: NBA All Star Weekend.

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A tradução de road trip é “any journey taken on roads” ou “long distances traveled by automobile” (da tradução livre “qualquer viagem em estradas” ou “longas distâncias percorridas por automóveis”). Em outras palavras, é colocar as malas no seu carro, sair de casa, pegar a estrada e dirigir, dirigir, dirigir… e foi isso que fizemos. Como falei, nosso objetivo era chegar em Houston, Texas (2,477km de distância de Toronto) e não tínhamos nenhum outro plano/parada/passeio em mente (nem tivemos tempo para planejar). Não quisemos fazer a viagem de avião porque a graça do nosso passeio estava em chegar de carro, em dirigir e conhecer lugares nunca visitados antes, e chegar no nosso objetivo (Houston) passeando, não pegando um avião e passando horas em aeroportos. Não sei se vocês são assim, mas eu e meu marido temos esta idéia de querer fazer tudo diferente, de uma forma única e curtir toda e qualquer experiência de maneira plena.

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Paramos pouco na ida, o “conhecer” foi mesmo de dentro do carro ou quando nõs (e principalmente o Joe) precisávamos ir no banheiro. Pelo que conhecemos tive a sensação que o interior dos USA (interior mesmo gente, bem interior) é muito bonito, diferente, e não cheio de atrações comuns (daquelas que todos conhecem, como a Estátua da Liberdade ou a Torre Eiffel). E é exatamente esta característica que me fascinou: conhecer aquilo que não é famoso, cheio de turistas e com características pré-definidas.

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E viajar de carro pelos Estados Unidos é muito, muito tranquilo: ótimas estradas, hoteis por todos os lados, ou melhor, saídas (não reservamos um hotel – a não ser em Houston e não tivemos problema com isso), várias lanchonetes, postos de gasolina, etc. O que me chamou a atenção foram os “rest areas” (da tradução livre: locais para descanso), que são paradas pela estrada, aonde você pode estacionar seu carro e descansar. No local há banheiros, segurança 24h, máquinas para comprar água, café e guloseimas, mesas e churrasqueiras, e até trilhas e locais cercados para seu cachorro se exercitar. Se você quiser programar suas paradas ou quiser saber aonde há as rest areas, clique aqui.

Selecionei abaixo 9 locais que passamos e algumas das atrações gerais que visitamos ou que passamos por perto (e merecem certamente uma visita futura). Convém citar que algumas das atrações não possuem fotos, já que nem sempre as fotos ficam com boa qualidade do carro; ou ainda, nem todos os locais tivemos a oportunidade de fotografar. Nos próximos posts irei falar especificamente do All Star Game e de Houston, cidade que visitamos por 3 dias.

1. Detroit: saindo de Toronto, há umas 4 horas daqui fica Detroit, cidade famosa por abrigar as sedes da General Motors e da Ford Motor Company. Com a crise dos USA e decadência destas empresas, a cidade estava sendo abandonada. Mas parece que nos últimos anos está sendo revitalizada, com diversas iniciativas que vêm recuperando a cidade. Entramos nos USA por Detroit e fiquei horrorizada com os ¨tipos¨ estranhos que tentavam entrar nos Estados Unidos. Já entramos nos Estados Unidos várias vezes de carro, mas esta vez foi a única que eu fiquei apreensiva, já que as pessoas realmente pareciam ser ¨barra pesada¨.

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2. Cincinnati: a rodovia que pegamos passava por dentro desta cidade, do ladinho do Centro. Situada as margens do rio Ohio, Cincinatti parece ser muito bonita e organizada. O prédio mais alto da cidade, o Carew Tower, se destaca no meio dos arranha-céus. Ainda, o estádio do time de baseball da cidade também impressiona. Como não batemos foto de Cincinnati, peguei esta foto da internet para vocês terem noção aonde passamos (ponte), que fica pertinho do centro e do estado de Baseball. Também tem uma vista linda da ponte suspensa John A. Roebling e das outras várias pontes da cidade.

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3. Kentucky: o meu estado preferido. Bem tradicional e cheio de belezas naturais. Já na entrada do estado (divisa com Ohio) nos deparamos com uma enorme pista de corrida – Kentucky Speedway – na cidade de Sparta. Dali, passamos por Louisville, uma cidade bonita, que me chamou atenção pois os prédios da cidade possuem posters enormes das pessoas que nasceram lá e são famosas. Entre elas, Diane Sawyer, Muhammad Ali, e Tom Cruise, que não nasceu lá mas viveu em Louisville sua infància e adolescência.

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Depois dali, ainda em Louisville fica um local enorme/centro de eventos aonde acontece o Kentucky Derby, uma corrida de cavalos super tradicional daqui (que é famosa porque as mulheres se vestem super tradicionais, além de ser um evento repleto de famosos). Em Kentucky fica também a cidade aonde nasceu Abraham Lincoln – Hodgenville – e você vai ver que há várias placas pela estrada. Não paramos mas confesso que deu vontade.

Em Kentucky também está o Museu Nacional do Corvette – e você passa na frente quando está dirigindo pela highway. O museu fica localizado na cidade de Bowling Green, aonde este carro é produzido. Infelizmente não dava para parar em todas as atrações, bater fotos e conhecer tudo com calma. Mas já foi legal passar na frente e conhecer um pouco da cultura do interior Americano.

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4. Mammoth Caves National Park: ainda em Kentucky fica o maior parque de cavernas do mundo. A cidade – Cave City – é super pequena e sem grandes atrações. Mas não se engane pois ela guarda paisagens lindas e este parque maravilhoso. Infelizmente não pudemos parar com calma e passear pelas cavernas, mas com certeza voltaremos pois este é um tipo de passeio que nós curtimos bastante. Já está anotado na ¨Must See list¨.

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5. Nashville: a capital e segunda maior cidade do estado americano do Tennessee, conhecida como a capital americana da música country. Em Nashville encontra-se o Country Hall of Fame and Museum, o lendário Ryman Auditorium, o Parthenon de Nashville (uma réplica em tamanho real do Parthernon de Atenas), entre outras atrações.

6. Memphis: não foi minha primeira vez em Memphis e certamente não será a última. Memphis é uma cidade super organizada, cheia de história. E certamente a história mais famosa de todas é a de Elvis Presley, que viveu seus anos de glória em Memphis e morreu em sua casa, em Graceland, que hoje é museu, exposição e atrai milhares de pessoas. A casa em si é pequena, mas seu interior associado a história do “Rei” impressiona. Passamos por Memphis as 6:30am de uma terça e não pudemos fazer a visitação a casa do Elvis ou ao seu túmulo. Mas passeamos pelo local e relembrei bons momentos, quando fui visitar uma amiga que mora lá e passei 1 semana vivendo a vida Americana, em 2000.

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7. Ponte entre Mississipi e Arkansas: Arkansas é um estado “boring”, sem nenhuma paisagem bonita para se ver. Pelo menos esta foi a minha impressão do trecho que passamos. Mas a ponte que liga o Mississipi ao Arkansas compensa os minutos sem paisagem que “perdemos” neste estado.

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8. Cratera de diamantes: o único lugar no mundo onde o público pode procurar diamantes em estado natural — e ficar com eles. A cratera fica localizada em Arkansas e atrai muitas pessoas em busca de enriquecimento rápido. Na frente da cratera há o Diamond Discovery Center, que oferece dicas de escavação e identificação de rochas gratuitas, além de pesar e certificar os seus diamantes. Na média, dois diamantes por dia são encontrados (geralmente se ouve uma grande comemoração quando isso acontece). Fabulosos achados incluem o diamante Strawn-Wagner, o diamante mais perfeito já certificado pela Sociedade Americana de Pedras Preciosas e em exposição permanente no centro de visitantes. Desenterrado em 1990 pela residente Shirley Strawn, o diamante de 1,09 quilates (3,03 em estado bruto) foi avaliado em US$ 37.000 depois de lapidado.

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9. New Orleans: mais conhecida certamente depois do furacão Katrina, que danificou os diques da cidade, o que levou a enchentes generalizadas em agosto de 2005. Porém, New Orleans é linda demais. Em primeiro lugar, para chegar na cidade você passa por duas pontes paralelas (chamadas de The Lake Pontchartrain Causeway, ou apenas the Causewayque), que já foram consideradas as maiores do mundo, com comprimento de 38.35km. Passando pela ponte dá para ver como tudo lá é pantanoso, molhado e inundado. Engraçado que você anda, anda, anda pela ponte, não vê nada e, de repente, surge a cidade. Como vocês podem ver na foto o tempo estava fechado, úmido e deu um pouco de medo (apesar de não ser época de furacões) e a chegada a cidade é feia mesmo, assim como mostra a foto.

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Pegando dicas da internet (de blogs de viagem) falando que “se você tiver apenas 1 dia para conhecer New Orleans passeie pelo French Quarter”, acabamos ficando mais neste bairro, que é uma mistura de estilos francês, espanhol, italiano, caribenho, africano e do sul. Os franceses fundaram os 90 quarteirões do bairro de ruas estreitas em 1720, e os espanhóis, que governaram o território da Louisiana do meio ao fim do século XVIII, o desenvolveram. Na verdade, apesar do nome, o bairro (o mais antigo da cidade) parece mais espanhol do que francês, arquitetonicamente.

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O bairro não parece com nenhuma cidade americana que já visitei. Dentre as atrações do French Quarter destacam-se a Catedral de St Louis, o French Market (mercado local), as casas com sacadas de ferro e plantas, andar no barco a vapor pelo rio Mississipi, a comida e a música.

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De negativo, não achei a cidade muito limpa e também não curti o fato de que há muitas pessoas na rua pedindo dinheiro, ou mesmo grupos de pessoas “estranhas” espalhados pela cidade. Achei engraçado porque estava em um parque caminhando com o Joe e veio um morador me dizer que cachorros sujam o parque e era proibido. Eu ri (porque era a cidade que ia sujar meu cachorro) mas estendi e Joe passeou por New Orleans no meu colo.

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Nos próximos posts sobre a viagem irei falar sobre Houston e nossa experiência no NBA All Star 2013.

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21 Responses

  1. jamille disse:

    gaby, to adorando o seu blog! serio!
    vou passar pouco mais de um ano em toronto e sei que não vai dar pra fazer tudooo o que quero, como todas as viagens que vi que você, Ju e jojoe fazem.
    as viagens documentadas aqui são demais, adoro acompanhar!
    parabéns!!

  2. Marcos Hansen disse:

    Olá Gaby, parabéns pelo post, muito bom!

    Então, eu atualmente estou morando com a minha namorada aqui em Toronto. Iremos ficar aqui por um ano e meio, ela estuda e eu vou trabalhar e estudar (se possível). Eu sempre fui doido para fazer um viagem dessa enquanto morava no Brasil, só que nunca tive oportunidade e nem um destino que me chamasse atenção. Estamos aqui a pouco tempo e já estava planejando isso quando conheci o seu blog e comecei a ler tudo igual um louco, isso só fez aumentar ainda mais a minha vontade de fazer uma roadtrip dessas … 😀

    A pergunta é a seguinte, você sabe um valor de grana mais ou menos para um tipo de viagem dessas levando em consideração tudo (Aluguel de carro, combustível, comida, paradas se necessário etc …). Um valor por alto mesmo, só para eu e ela nos programarmos para poder realizar a viagem.

    Muito obrigado e mais uma vez parabéns pelo blog!!!

    • Gabriela disse:

      Ola Marcos. Obrigada pelo recado! O custo varia muuuuuito pois cada um tem seu estilo de viagem. Em geral, aluguel de carro espere gastar uns 50 dolares por dia. Gasolina eu não sei (não tenho a minima ideia), hotel dá para achar uns de 60 mas os melhores ficam em torno de 100 (se vc quiser ficar em um mais legal vai ser mais caro do que isso), comida depende muito (uns 100 por dia no maximo, se vc sair para jantar – eu e meu marido adoramos explorar a comida local então acabamos gastando mais neste quesito). Minha dica é: abra uma tabela do excel e va colocando tudo que vc pensa em gastar e va fazendo uma pesquisa – cada viagem tem um gasto diferente! 🙂 Vamos nos falando! Boa sorte!

  3. Lismara disse:

    Adoreeii o post, Gaby! Muito bom mesmo!
    Tenho certeza que vocês voltarão nesses lugares e poderão aproveitar mais e com mais calma 🙂
    Eu conheço só duas cidades os EUA, e que são enormes (NY e Orlando), mas tenho muita vontade de conhecer o interior também. São tantos lugares do mundo que valem a pena ser conhecidos que a gente fica até em dúvida né? rsrs
    Beijos!

  4. Fernanda disse:

    Nossa, gostei desse roteiro, pena que vcs não tinham tempo pra ir parando em todos os lugares! Fiz intercâmbio na Carolina do Sul, então sei como é essa vida de interior dos EUA, completamente diferente dos lugares + conhecidos (Chicago, NY, LA, Orlando, etc).

  5. de tudo que li… o que achei mais interessante foi o Joe sujar a cidade :P…. não o Joe e com a Mamae que ele temm!!!

    • Gabriela disse:

      Poise Tiago… Ele ia fazer bastante xixi, mas eu ia cuidar! Mas tem vários donos de cachorro que são porcos, até entendo. O problema é que a cidade era suja e ele não tinha moral pra falar hehehehe

  6. Wilma disse:

    Adorei viajar na sua viagem, muito lindo mesmo o interior americano. Parabéns e já volto pra ler o próximo post.

  7. anna maria lima de melo disse:

    Realmente foi muito linda a viagem de vocês. É bom saber que em nosso mundo existem muitos lugares interessantes. Que venham muitas viagens para vocês…e mais novidades para nós !Beijos

  8. Helena disse:

    Oi Gabii! Primeiramente quero te agradecer. Teus posts são tão bem escritos e possuem tanta cultura que só de ler já é um aprendizado. Sem contar as fotos maravilhosas que vocês batem que é de brilhar os olhos. Segundo dizer que estou muito feliz que vocês realizaram este sonho.. sempre bom ver amigos traçando metas e, melhor ainda, atingindo essas metas.. =] Um excelente final de semana pra vocês! beijao

    • Gabriela disse:

      Oi amiga! Você é muito parecida comigo, em quase tudo, e fico feliz de receber seu carinho também aqui no blog. Logo logo você e o Leo estarão embarcando em uma aventura e quero fotos também (porque o Leo bate fotos lindas demais). Beijos e um ótimo final de semana para vocês. Obrigada pelo carinho!

  9. Izabella disse:

    Nossa Gabi, adorei sua road trip!!
    No ano passado, meu namorado viajou para o interiorzão dos EUA e teve a mesma impressão que você… achou muito bonito e diferente, além de ter sido muito bem acolhido. Até se assustou quando chegou em Chicago! rs
    Estou ansiosa pelos próximos posts, estou amandooo seu blog!

    Bjs

    • Gabriela disse:

      Que legal Izabella… para onde ele foi? Realmente, tudo muito diferente. Toda vez que viajo para estes locais com muita natureza tenho vontade de morar em um lugar assim! Não sei se me acostumaria, mas que eu ia curtir, eu ia! Beijos e obrigada pelo recadinho!

      • Izabella disse:

        Ele foi pra Edgerton Gabi, estado de Wisconsin. A população é de mais ou menos 10 mil habitantes, disse que é uma cidade de filme. Cesta de casquete na entrada da garagem, as casas abertas… uma delícia!

  10. PaTy disse:

    Muito legal Gaby!!! Adorei o post!
    Eu e o Ti já fizemos escala em Cincinnati e vendo ela “de cima” achamos um charme de cidade! Ainda comentamos que um dia íamos conhecer!
    Achei super interessante a caverna de diamantes! Não sabia que existia!!
    O parque de cavernas também deve ser bem legal!
    Enfim… sempre ótimo passear por lugares assim e descobrir coisas e paisagens fantásticas e diferentes! Adorei a road trip de vcs!
    Beijão!!!

  1. 25/07/2013

    […] Neste post falei rapidamente sobre alguns passeios saindo de Toronto. Obviamente existem vários outros e daqui você pode visitar todos os Estados Americanos: só precisa de tempo e disposição. Se você tem isso, pode até ir para o Texas de carro saindo de Toronto, como fizemos em fevereiro deste ano. […]

  2. 20/08/2014

    […] lugares preferidos no carro. Tá certo que 8h não é pouco tempo, mas já ficamos muito mais (leia aqui, aqui e aqui e veja algumas das roadtrips que fizemos). Enfim, ficar no carro não é problema! O […]

  3. 08/01/2017

    […] de carro (quase todos porque Hawaii é uma ilha) e nós já fizemos roadtrips longas para Texas e também Florida. O que quis fazer com este post foi procurar lugares mais próximos – de […]

  4. 20/04/2017

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