Nosso caminho para nos tornarmos pais [Parte 1]

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Hoje irei tratar de um assunto bem pessoal aqui no blog: o quanto esperamos e o caminho que tivemos que seguir para nos tornarmos pais (o Thomas ainda está na minha barriga, mas como falta tão pouco eu já me sinto mãe). Eu resolvi expor esta história com um pouco mais de detalhes (já falei sobre isso aqui no blog) pois espero ajudar outras pessoas que estão nesta mesma situação a terem fé e não desistirem do seu sonho de se tornarem pais. Eu mesma em momentos de tristeza e desesperança corria para a internet a procura de história positivas e de sucesso… portanto espero que me relato possa ajudar outras pessoas/casais e que esta história toque o coração de várias pessoas de uma maneira geral, a não desistirem de seus sonhos.

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Eu e meu marido nos casamos em 2007 e em 2010 – depois de apenas 3 anos de casamento – já havíamos morado em 3 cidades diferentes e estávamos embarcando para viver uma vida nova, em um país novo: Canadá. Nós não conversávamos sobre ter filhos nesta época, mas sabíamos que um dia iríamos construir uma família para chamar de nossa. Em 2011 – no meu aniversário em julho – lembro de termos nossa primeira conversa mais séria sobre filhos e como seria bom tê-los no Canadá. Mas ai começamos a pesar na balança os prós e contras e acabamos encontrando várias barreiras: ainda morávamos na residência de estudantes da UofT, não tínhamos os documentos de residência permanente do Canadá, queríamos viajar e explorar o nosso novo país, eu ainda estava no início do meu PhD e o marido trabalhando a menos de um ano no Canadá, etc… muitas barreiras e tudo novo e ainda muito distante para mim. Foi neste mesmo ano que tivemos uma grande perda na nossa família: meu sogro faleceu inesperadamente e este triste acontecimento me fez ver o quão egoísta eu estava sendo. Como eu poderia pensar em viajar ou estudar mais quando eu estava “privando” nossos pais de “conhecerem” seu neto. Naquele momento de tristeza eu estava decidida a me doar e trazer felicidade para meu marido com nosso filho… porém eu não queria apressar as coisas, já que ele teve seu momento de luto e queria que esta vontade de ser pai viesse dele, quando ele estivesse preparado depois desta terrível perda.

E esta vontade veio a tona no dia 31 de dezembro de 2011. Estávamos passando o Ano Novo aqui em Toronto com os primos do Ju e lembro que compramos taças de plástico e adesivos, para cada um “escrever” na sua taça os desejos para o novo ano. E ai cada um compartilhou seus desejos. E eu peguei a taça do Ju para ver quais desejos meu marido queria… e no meio de tantas palavras estava “baby”. Foi um momento muito especial (veja fotos abaixo), pois foi neste dia que decidimos (mesmo sem uma longa conversa) aumentar nossa família.

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Começamos o ano de 2012 com vários planos, viagens, muito trabalho e o desejo de nos tornarmos pais. Não tínhamos pressa e estávamos curtindo muito a fase de “tentar engravidar”. Segundo estudos, em geral um casal fértil tem uma boa chance de engravidar dentro de um ano. Pensando em números (gente, sou pesquisadora e sempre gosto de usar números como exemplos), de 100 casais que tentam engravidar naturalmente 20 conseguirão no prazo de um mês, 70 dentro do prazo de seis meses e 85 dentro de um ano. A nossa primeira gravidez aconteceu mais rápido do que eu imaginava (porque não estávamos neuróticos com datas de ovulação ou maior fertilidade), em março. O engraçado foi que só fui notar que estava grávida em abril. Isso porque estávamos com uma super viagem marcada com meus pais e minha sogra, para Bélgica, Holanda e Dubai. Fomos para a viagem e eu simplesmente me desliguei e não notei que estava com meu ciclo menstrual atrasado a quase 1 mês. No final da viagem – em Dubai – meus pais e sogra foram embora antes e eu e o Ju ficamos mais uma semana pois eu estaria participando de uma Conferência por lá e não queria ficar sozinha em um país com uma cultura tão diferente da nossa. Ai caiu a ficha e eu virei para meu marido e falei que meu ciclo estava atrasado a mais de 1 mês, e fomos comprar um teste de farmácia. Fizemos o teste e na hora surgiram os dois traços… eu nem acreditei. Ficamos muito felizes! No outro dia lembro que subimos no topo do Burj Khalifa (o mais alto prédio do mundo) e eu fiquei lá do alto admirando o sol e pensando em como nossa vida ia mudar e como eu era a pessoa mais sortuda do mundo, de ter conseguido engravidar e estar gerando uma vida dentro de mim.

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Bom, voltamos para Toronto e depois de 3 meses perdemos nosso bebê. Esta certamente foi a pior perda que tivemos, pois colocamos muita esperança e amor nesta primeira gestação. A maioria das pessoas não se abre sobre aborto espontâneo, o que torna tudo muito difícil (pois você acredita que está sozinha e que é uma anormal, já que todos estão com seus lindos bebês e você não). Lembro que sempre fui muito aberta com tudo, e quando perdi este primeiro bebê recebi muitas mensagens privadas de pessoas que passaram pela mesma coisa (mas que não queriam se abrir publicamente, o que respeito e entendo já que é uma situação muito triste e delicada). Essas mensagens me ajudaram muito, e sou muito grata a todos que me escreveram e me ajudaram a entender que aquilo era, de certa forma, normal.

Quando nós perdemos nosso bebê a primeira coisa que veio na minha cabeça foi “quando poderemos tentar novamente”. Aquela vontade de me tornar mãe que começou em 2011 se intensificou e eu só pensava nisso. Tivemos que esperar um pouco para que meu corpo e meu psicológico voltassem ao normal e em janeiro de 2013 começamos novamente a tentar. Desta vez um pouco mais ansiosos, com mais e mais vontade de sermos pais. Bastou 1 mês e já ficamos grávidos novamente… mas desta vez com um pé atrás, mas obviamente muito felizes. Porém, desta vez também não deu certo. Aqui eu conto para vocês que infelizmente nosso bebê tinha uma anomalia e não conseguiu se desenvolver apropriamente.

Depois de 2 perdas consecutivas eu e meu marido queríamos “dar um tempo” e não pensar mais em engravidar ou assuntos relacionados. Decidimos dedicar o ano de 2014 a trabalho, a nós (eu, ele e Jojoe) e a viajar. E foi assim que 2014 foi um ano bom, sem perdas, sem tristezas e com muitas viagens e passeios (1 em cada mês). Lembro que depois de me recuperar fisicamente da segunda perda voltei na minha médica para saber se estava tudo bem, e ela falou que estava tudo ótimo comigo e que, quando eu me sentisse preparada novamente, deveria voltar lá para nós “conversamos” sobre as possibilidades.

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Nós curtimos 2014 mas lá pelo meio do ano eu já estava louca para visitar minha médica e saber sobre as “minhas possibilidades”. Eu estava feliz, mas faltava algo dentro de mim que viagem nenhuma poderia completar… e este algo era, na verdade, alguém que eu ainda não conhecia, mas que eu já amava muito desde 2011: nosso(a) futuro(a) filho(a). Aqui no Canadá só depois de 3 perdas é que a pessoa tem um tratamento especial ou é considerada “de risco”. Como eu “só” tinha tido 2 perdas eu ainda estava na safe zone. Mas minha médica acompanhou tudo e sabia que eu não conseguiria passar por outra perda, e nos indicou engravidar através da fertilização in vitro. Em resumo, a fertilação in vitro nada mais é do que a coleta dos gametas (óvulo da mulher e espermatozóide do homem) para que a fecundação seja feita em laboratório e depois haja a transferência dos embriões de volta para o útero materno. É um procedimento caro, trabalhoso, dolorido e com uma porcentagem de sucesso satisfatória, mas no nosso caso (que nunca tivemos problema em engravidar) era uma chance de selecionarmos embriões bons, que teriam boas chances de se desenvolver. Eu estava decidida a passar por todos os procedimentos e injeções e tive o apoio do meu marido e da nossa família (meus pais, minha sogra e minha irmã).

E em outubro daquele mesmo ano – 2014 – começamos a preparação e o tratamento de fertilização in vitro, que nos daria nosso maior sonho, nosso Thomas (que está chegando logo logo). E é sobre todo o processo que envolveu a fertilização in vitro (feita aqui no Canadá) que a parte 2 deste relato irá tratar. Aguardem.



  • 44 Responses

    1. Gisela disse:

      Oi Gaby,
      Vi seu vídeo no “fala malucas” e agora li seu relato, confesso que a sua sinceridade e simplicidade sempre me emociona, porque estou passando pela mesma situação que você passou. A diferença é que já tenho uma boneca de dois anos, mas no ano de 2015 tive duas perdas, uma no Brasil no início do ano e a outra aqui em Toronto no final do ano, duas experiências completamente diferentes, duas medicinas. Mas o que mais me desesperou foi o discurso dos médicos dizendo que isso pode acontecer até três vezes, mas não acho que seja possível para uma mãe perder três vezes para só depois pesquisar o que está acontecendo, por causa disso estou escrevendo para você, se tiver qualquer dica de como posso fazer para procurar ajuda aqui em Toronto, por favor me ajude. Já estou mudando de médico de família para ver se este novo médico será mais empenhado em pesquisar.
      Mais uma vez muito obrigada pelo seu relato, por mostrar que existe esperança e que tudo pode dar certo, do jeito que deu para você.
      Parabéns pelo seu filhinho.
      Bjnhos
      Gisa

      • Eu sinto muito Gisela. Peça para seu médico de família te encaminhar para uma especialista em reprodução. Temhovcerteza que este outro médico pode te ajudar.

        • Gisela disse:

          Muito obrigada Gaby. Vou hoje no meu médico de família e vou perdir para ele fazer meu encaminhamento.

          • gisela disse:

            Oi Gaby. Infelizmente o meu medico não quis me encaminhar para o especialista em reprodução, disse que tenho que esperar o terceiro aborto para poder fazer, mas isso é impossível para mim, não quero e não vou tentar uma terceira gravidez sem saber o que tenho,vou procurar outro médico de família.
            Você tem alguma clínica, nome de um especialista em reprodução ou até um site onde possa pesquisar esses especialistas? Sei que é necessário a indicação do médico de família, mas queria ter o nome para poder pedir a referência certa.
            Mais uma vez muito obrigada,
            Gisela

            • Entendo Gisela… Eu acho que deves procurar mesmo outro médico de família. Há várias clínicas de reprodução. A que fui chama-se Trius/Life Quest. Procure outro médico de família que certamente ele irá te encaminhar para uma clínica. Fale que você não iria aguentar outra perda. Boa sorte

    2. Que bom que deu tudo certo e que você pegou uma médica humana que não te fez passar por uma terceira perda. Muita saúde pro Thomas que está chegando!

    3. Oi Gaby! Que relato incrível, fiquei um tempo sem acessar o blog por motivos de correria e fiquei super feliz ao ver uns 2/3 meses atrás as suas fotos no instagram com coisinhas relacionadas ao baby Thomas! Desejo muita alegria para vocês! <3

    4. Luciana disse:

      Olá Gaby, não conhecia seu site e achei muito bacana e útil. Estou pensando em me mudar para o Canadá (meu irmão já mora aí em Burlington), mas a única coisa que me deixa um pouco inquieta é com relação as escolinhas. Sei que você ainda não está na fase das escolinhas, mas queria saber se você tem alguma noção sobre como funciona, ou algum site que eu possa pesquisar. Minha filha tem 1 ano e 8 meses e aqui no Brasil ela fica na creche o dia todo. Meu irmão ainda não tem filhos e disse que acha que a escola é paga e bem cara! Parabéns pelo conteúdo do site. ADOREI!!

    5. JUCIARA ESPANHA disse:

      Gaby, seus comentários são sempre muito emocionantes e desde que conheci seu blog tenho acompanhado esse seu sonho de se tornar mãe, hoje já quase realizado. Graças a Deus por todas as experiências que Ele nos dá, há sempre um propósito nelas, sejam boas ou ruins. Nesse seu post com certeza muitas mulheres já sem esperanças encontrarão um alento.
      Deus abençoe sua família! Beijos no cachorrinho mais fofo do mundo!

    6. Meg disse:

      OI Gaby,

      Fiquei emocionada com o seu depoimento! Desejo que vocês sejam muito felizes com esse bebezinho que esta chegando ai. Queria muito conversar com você para entender como funciona o processo aqui em Toronto. Tenho endometriose e fiz alguns tratamentos no Brasil que não funcionaram, nos mudamos para Toronto em abril e agora estou querendo recomeçar as tentivas. Minha médica de familia me encaminhou para uma especialista, ainda não consegui a consulta e tenho uma série de dúvidas…Ficaria muito feliz se você pudesse me ajudar. Obrigada um beijo Meg

      • Olá Meg… obrigada pelo recado e pelo carinho. Estarei escrevendo mais sobre meu tratamento na Parte 2, logo deve ser publicado. Espero que tire suas dúvidas… se tiver mais perguntas depois de eu publicar me escreva, ficarei feliz em te responder. Beijos

    7. Lohanne disse:

      Oi flor!!!

      Parabéns pela atitude de expor sua história. Com certeza ela ajuda várias pessoas que estão passando pelo que vc passou. Isso faz com que seus corações se abrandem e seus pensamentos se iluminem. Que Deus continue abençoando vcs 4!!!!
      Bjsss

    8. Lilian Dias disse:

      Gaby,
      Mais iluminada que agora só quando vc estiver com seu pequeno nos braços, muitas bençãos. Muita saúde e vitalidade para vcs. Que história linda!!!

    9. Lismara disse:

      Gaby, não me canso de dizer o quanto seus posts me deixam emocionada!
      Só você realmente sabe tudo que teve que enfrentar para realizar esse sonho (assim como o sonho de morar no Canadá, fazer phD, etc.), e ainda tornar isso público para poder ajudar outras pessoas também… Você é realmente admirável, Gaby!
      Agora a reta final da gravidez está chegando, e outra reta está começando: a de ter Thomas em seus braços!
      Tenho certeza que você vai ser uma mãe maravilhosa (já está sendo hehe) e vai nos encher de orgulho.

      Ah, o Thomas vai ser libriano então? Vi nos comentários que tem mais pessoas que nasceram em outubro… inclusive eu, dia 12! haha

      Enfim, obrigada por compartilhar sua vida com a gente, Gaby. Seus posts realmente fazem a diferença.
      Que Deus abençoe você, Juliano, Jojoe, e Thomas… e agora, contagem regressiva!! 🙂

      Beijos!

    10. Ana disse:

      Gaby, fico tão feliz por vocês! Acho que já tinha te contado que eu também perdi um bebê antes de engravidar da Laura, então sei bem como é isso. E acho muito bacana você compartilhar isso, mesmo sendo delicado e pessoal. Na minha experiência, também compartilhei e foi tão bom o retorno que tive, só de ver que ajudei outras pessoas a não se sentirem tão mal pelas suas perdas já vale a exposição, né?

      Que o Thomas venha cheio de saúde e alegre ainda mais as suas vidas! Parabéns!!!

    11. Vanessa disse:

      Oi Gaby!
      Que Deus abençoe muito o Thomas e sua família que está ficando mais linda ainda com a chegada dele.
      Descobri semana passada que estou entrando no meu terceiro mês de gravidez e vc foi uma das primeiras mamães que apareceram na minha cabeça. Como pode né? A gente nem se conhece, mas por acompanhar seu blog eu me sinto sua amiga já! Hahaha Me emocionei todas as vezes que li seus relatos sobre suas tentativas de ser mãe e vc não sabe como fico feliz que esse seu sonho está se concretizando.
      Quem sabe um dia não nos cruzamos pelas ruas de Toronto? Até tenho a impressão de que moramos perto.. 🙂
      Um grande abraço e muita saúde pra mamãe, papai, Jojoe e principalemente pro Thomas!!

    12. Renata disse:

      Gaby, parabéns pela sua superação e por ter a coragem de dividir sua história. Desejo que seu baby traga toda felicidade do mundo para vocês. Seu blog tem servido de muita inspiração, em que pese um filho não estar ainda nos meus planos. rsss. Boa sorte!!!
      bjs

    13. Ana Lage disse:

      Ai Gaby! Há tempos que acompanho seu blog e sua história, Esse post ficou tão belo, tão puro.
      É muito bom ver pessoas boas recebendo coisas boas. Que o Thomas ilumine a família de vocês e traga ainda mais felicidade. Obrigada por compartilhar suas historias!

    14. Samy disse:

      Gaby!
      Só posso te desejar felicidades pois não tenho experiência/envolvimento algum sobre o assunto.
      Será que vai nascer perto de mim? Faço dia 01 de Outubro!! 😀
      Tá chegando! heheheh
      Beijoss!!!

      • Oi Samy… obrigada pelos comentários sempre carinhos… acho que ele deve nascer um pouquinho depois do seu niver, mas ainda no inicio de outubro. Dia 1 de outubro tenho uma super reunião, espero que ele venha depois hehehehe. Beijos

    15. Danielle disse:

      me empolguei na escrita e esqueci as pontuações km

    16. Danielle disse:

      Gabi
      Em fevereiro de 2009 eu conheci meu marido, que vinha de um casamento desfeito e já tinha uma filha. Em novembro do mesmo ano fomos morar juntos. Em 2010 veio a possibilidade de uma transferência para o Canadá que aconteceu em abril de 2011. Fomos para um período de 2 anos e decidi que já que ia ficar sem trabalhar essa era a hora de tentar engravidar sem contar que já estava com mais de 35 anos então não podia esperar voltar para o Brasil para ter filhos. Passamos o não de 2011 tentando e nada. Sabia que depois de 1 ano sem engravidar teria que investigar. Em fevereiro de 2012 comecei a procurar clinica de fertilização em Montreal pois eu não tinha médico de família para me encaminhar para um ginecologista, imaginei que procurar uma clínica de fertilização seria mais fácil. Encontrei na internet a Montreal Fertilite e marquei uma consulta que era coberta pelo plano do governo. Fui na primeira consulta, preenchi um mega formulário e saímos com vários pedidos de exames. Os de sangue conseguimos fazer pelo assurance maladie e o espermograma e ultra pagamos. O médico constatou que eu tinha uma pouco de endometriose e me perguntou se iríamos de fertilização ou de inseminação. Eu perguntei qual seria a diferença. Ele me explicou, me falou que as probabilidades da fertilização eram maiores, a indicação para o meu caso de fertilização era melhor e que o governo cobria os dois procedimentos. Quando ele falou que o assurance maladie cobria eu falei na hora OK para a FIV. Já sai do consultório com as injeções e de primeira engravidei. Tirando a ansiedade do processo achei tudo muito tranquilo e garças ao Canadá tenho minha Julia 🙂

    17. Larissa disse:

      Parabéns, Gabi! Por inspirar tantas mulheres!
      Que Deus abençoe muito sua família e dê muita saúde ao Thomaz!!!

    18. Que lindo post, Gaby!!! Eu me emocionei demais, e ainda me emociono. Mal posso esperar por mais esse membro da família! Muito amor! <3

    19. cbc disse:

      Oi Gaby,
      Obrigada por compartilhar esse momento. Estava ansiosa por esse post. Estou na luta ha 4 anos com diagnostico de infertilidade sem causa aparente. Cada mes oro e peco a Deus pelo milagre. Nao podemos nunca perder a fe.
      Parabens pelo Thomas. Que Deus abencoe sua familia.
      aguardando o segundo post.

    20. Ana Costa disse:

      Muito legal vc compartilhar esse momento importante da sua vida. Estou indo com meu marido em outubro para o Toronto e como já tenho 35 tenho muito medo de que alguma coisa de errado quando eu tentar engravidar. Mas como a Ju Ozol disse…. é porque tinha que ser ele. Muita saúde para o Thomas!!!

    21. Adri disse:

      Emoção emoção Gaby!! O melhor de tudo é que daqui pra frente serão só alegrias!!
      Beijoos pros 4
      Adri

    22. Karinne disse:

      Gaby, quando eu conheci o seu blog você já estava grávida do Thomas, mesmo voltando vários posts eu ainda não tinha entendido a história completa. Que bom que você teve coragem de se abrir, como você mesmo disse, encoraja outras pessoas.
      Tenho 28 anos e nunca tentei engravidar, mas aos 18 eu descobri que tinha endometriose, o que reduz minhas chances de fertilização, como nunca tentei, não sei o quão grave é.
      Eu e meu marido iremos para o Canadá ano que vem e também vamos esperar nos estabilizar para começar a tentar, por enquanto eu mato a vontade babando os bebês das minhas amigas e lendo histórias como a sua.
      Que o Thomas venha cheio de saúde e traga muita alegria para o lar de vocês.

    23. Mary disse:

      Me emocionei novamente com o seu texto, lembrei do nosso café e do quanto estou feliz por vocês! S2 Ansiosa para te ver de barrigão Gaby!

    24. Ju Ozol disse:

      Gaby!!!

      Sei bem o quanto esse processo é difícil, mas quando veres a carinha do Thomas vais entender porque não deu certo antes… tudo faz sentido, era pra ser ele! Eu tento pensar assim, senão dói demais né?! Até pq vamos passar por mais uma fiv pro segundo… seja o que tiver que ser!

      beijos pros 4! <3

      • oi Ju! Você é uma guerreira! Obrigada por também compartilhar sua história e me ajudar neste período. Boa sorte e que seu segundo FIV seja um sucesso e traga outra criança com saúde e linda como o Lucas (meu deus, ele está enormeeee, um mocinho!). Beijos

    1. 24/09/2015

      […] ainda falarei do quartinho, do que é indicado para ser levado para a maternidade, da Parte 2 do “Nosso caminho para nos tornarmos pais” e, certamente, o post mais esperado: o nascimento do nosso Thomas. Obrigada de coração pelo […]

    2. 19/10/2016

      […] eu lutei bastante para ter meu filho nos meus braços – eu já contei para vocês sobre isso aqui e aqui). Se eu puder passar para vocês que leem o blog GNC alguma mensagem eu gostaria que fosse […]

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