Nosso processo de imigração para o Canadá [Parte 1]

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Uma das perguntas que eu mais recebo aqui no blog é referente ao processo de imigração Canadense (como fazer? qual a melhor categoria? quanto custa? qual o nível de inglês tenho que ter para aplicar? como nós fizemos para imigrar?). Eu não sou nenhuma expert no assunto (longe disso inclusive), mas como eu e o marido fizemos tudo sozinhos – sem o auxílio de empresas – eu sinto que tenho sim algum conhecimento na área, mesmo que este conhecimento seja somente na nossa categoria. Este foi um dos motivos pelos quais eu resolvi escrever esta série de 2 posts sobre como viemos parar no Canadá e o que fizemos para conseguir imigrar para cá. Confesso que nunca gostei muito de falar sobre o assunto pois acho algo bem pessoal, e por isso fiz este post em forma de depoimento e espero, através da nossa história, poder ajudar outras pessoas.

Eu vim parar em Toronto no dia 30 de Agosto de 2010 para fazer 4 anos de PhD na Universidade de Toronto. Eu vim para estudar e meu marido ia ficar no Brasil – iria fazer um doutorado misto com aulas aqui no Canadá e pesquisa no Brasil (eu não ia conseguir ficar longe dele por 4 anos, claro). Mas depois de 2 meses aqui decidimos que queríamos viver isso juntos, e em janeiro de 2011 meu marido e nosso cachorro Jojoe vieram para Toronto tornar minha vida Canadense mais completa. E por que estou escrevendo isso já que o título do post é “nosso processo de imigração”? Para vocês saberem que viemos para o Canadá com o intuito de estudar e ter uma experiência fora do Brasil, e não para imigrar. Esse foi nosso objetivo até nos apaixonarmos perdidamente por Toronto… e acho importante falar isso pois muita gente me escreve dizendo que vai fazer uma pós para imigrar e eu não entendo. Acho que fazer um mestrado ou doutorado exige muito tempo, dinheiro, esforço e somente quem realmente quer vai se destacar – conseguir bolsas – e vai conseguir finalizar os estudos.

Vale destacar que tenho 3 posts aqui, aqui e aqui no blog aonde conto um pouco da minha experiência para ingressar na UofT e dou dicas de como conseguir o primeiro contato, o que é preciso fazer para ingressar numa Universidade do exterior, como é a vida de estudante, e um pouco sobre despesas, bolsas e vistos.

Eu dei entrada no meu processo para visto de estudante do Brasil depois que eu consegui minha carta de aprovação da Universidade de Toronto. Quando pedi meu visto de estudante pedi um visto para meu marido – e ele ganhou um visto de trabalho aberto. A categoria que aplicamos é chamada de visto de residente temporário e é valida para estudantes e trabalhadores estrangeiros. Clique aqui para maiores informações. Os vistos tem validade de 3 anos da data da primeira entrada no Canadá; e como meu curso é de 4 anos eu fiquei apavorada e eles explicaram que era só aplicar 1 mês antes de vencer e pedir por mais um ano que não teria problemas. Quando entramos no país, além do visto que vem colado no passaporte – muito parecido com o visto de turismo – ganhamos um papel de permissão para estudo (no meu caso) e trabalho (no caso do meu marido).

Depois que meu marido veio para cá pensamos: “Ora, se já vamos ter que ficar aqui por 4 anos por que não damos entrada na residência permanente”? Vai que alguma oportunidade aparece no final do meu curso e ai vai ser tarde demais”. E foi ai que demos entrada no processo de skilled worker, já que minha profissão – fisioterapeuta – estava na lista. Fizemos todo o processo por conta própria, todos os documentos eram revisados por nós dois. Eu lembro de ter pego cartas de todos os empregos que tinha tido no Brasil Morando no Canadá, imaginem o rolo) e traduzido juramentado todas elas ($$$)… além disso, várias taxas pagas, várias idas e vindas de correio, documentos e mais documentos… e depois de quase 2 anos nesse processo todo recebo um email falando que nosso processo havia sido negado pois eu não poderia aplicar para a categoria de skilled worker se eu era estudante de doutorado (e não fisioterapeuta no Canadá). Na época eles estavam lançando o processo no qual estudantes de Doutorado poderiam passar de residentes temporários para permanentes e me encorajaram para eu aplicar para esta categoria… mas eu juro que fiquei arrasada e até decepcionada. Pensava: “Por que não me falaram antes?” e “Esperaram eu gastar tempo e dinheiro para avisarem que a categoria estava errada”…

Mas como dizem que “os opostos se atraem”, eu tenho ao meu lado alguém muito calmo e sensato que me acalmou – porque gente, eu fiquei indignada. E foi ai que sentamos com calma e aplicamos para a categoria correta, aquela que nos trouxe o nosso tão sonhado PR…e não, não foi a categoria que eles nos indicaram. E essa parte da história será contada em detalhes (incluindo datas, links e o passo a passo do nosso processo) na Parte 2 do post que vai ao ar ainda esta semana.

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39 Responses

  1. Érica disse:

    Bom dia Gaby. Gostaria de imigrar para o Canadá coma minha família. Estou adorando seu blog e vendo muitas dicas. Meu marido fala inglês fluente e trabalha na área de engenharia no Brasil. Mas não estamos na faixa de 20 a 29 anos e sim 40 anos. A área de engenharia tem contratado bastante no Canadá? Pelo processo de pontuação será que teremos chances? Obrigada.

  2. Yan disse:

    Olá Gaby, bom dia.

    Estou com uma dúvida referente ao processo de solicitação de visto para o Canadá. Acompanho seu blog e achei que este post é o que mais tem a ver com o assunto. Vou fazer um curso de inglês de 4 semanas em Toronto. O curso já está pago, bem como acomodação, e a passagem aérea também já está comprada. Porém estou um pouco inseguro com relação ao visto canadense, tentei o americano e foi negado. Estudo e trabalho (faço estágio), não declaro IR porque eu não preciso. Diante do exposto, você poderia me dizer, na sua opinião, as chances de eu ter o visto negado ou o que eu preciso para conseguir tirar o visto? Desde já agradeço pela ajuda.

    Beijão!

    • Olá Yan. Dificil opinar sobre o assunto. Conheço pessoas que tiveram o visto americano negado e conseguiram o canadense e outras não. Boa sorte e espero que dê tudo certo!

  3. Lilian Lira disse:

    Oi Gaby, Tudo bem!

    Fico olhando suas fotos e amo quando vc mostra a Universidade de Toronto. Conheci o Canadá a passeio e eu e meu marido decidimos que vamos criar nossas filhas em uma sociedade mais despida de preconceitos e estável.
    Uma vez vi uma pessoa comentando que o Canadá o torna mais coletivo, uma vez que as necessidades básicas são alcançadas com pouco e dessa forma sobra espaço para o coletivo.
    Estamos juntando as reservas e indo para viver uma nova fase, uma nova vida, mais difícil? mais fácil? não dá para dizer, mas temos que tentar.
    Meu marido irá em Abril estudar inglês, aplicar o IELTS ( 04 meses) e tentar aplicar para um mestrado Meng em Engenharia ( sistema térmicos).
    Ele tem uma boa bagagem e adora trabalhar com power energy por isso acho que será feliz na escolha. Ele tentará a UofT, Ryerson e outra também em Ontário.
    No Brasil trabalho 12 horas e tenho duas filhas pequenas e quero mudar isso no Canadá, cuidar mais de mim e da família e voltar para universidade. No Brasil eu estudava e trabalhava, portanto não deu para “viver” a universidade………………
    Vc com PhD poderia ter aplicado pelo provincial sabia? Atualmente há essa opção.
    Continuarei a te acompanhar e se tiver dúvidas vou gritar, help!!!!! kkkkkkkkkk

    PS: o layout do blog é lindo! parabéns

    • Obrigada Lilian pelo comentário. EU sabia que poderia ter aplicado por outro processo, mas nos pareceu mais fácil aplicar através do meu marido.
      Boa sorte na sua jornada e espero que o Canadá seja tudo aquilo que vcs sonham… é realmente um lugar maravilhoso para morar.

  4. DANIELA MORETTI disse:

    Eu e meu esposo estamos começando a sonhar , queremos muito ir pra Canadá , provincia Alberta , meu marido é soldador , espero que de certo .

  5. Gabi disse:

    Gaby, você comentou acima que quando foi pegar o seu visto de estudande você “pediu” um visto de trabalhador para o seu marido. Para quem você pediu isso? E esse visto de trabalhar temporário dura o mesmo tempo que o seu visto de estudando (três anos)? E aonde conseguiram esse “papel de permissão”?

    Ah, e você fez uma pós ou só undergraduate mesmo?

    Please reply, beijão!

    • Pedir = apliquei para o visto de trabalho para meu marido no mesmo processo que o meu. E isso significou preencher todos os formulários e coletar vários documentos para ele tbem. O papel de permissão é dado pelo governo, caso sua aplicação seja aceita. Fiz PhD.

  6. Daiany disse:

    Oiiii!! amei o post! caí aqui porque procurei no google como validar meu diploma de fisioterapia no canada! Sou fisioterapeuta tambem =] você conceguiu validar o seu diploma? eu sei falar ingles… realmente precisa do frances? queria muitooooo estudar no canada!

  7. SOUSA disse:

    Gaby, bom dia .. sensancional suas dicas e blog …

    Só uma dúvida quando você decidiu ir para lá vcs tinham aqui bens (casa, carro), vcs venderam ou deixaram alugado por um tempo..

    Desculpe perguntar isso, mas estou confusa por onde começar o nosso planejamento, pois, somos casados há 4 anos, mas temos um ape e um carro aqui ..

    E já estamos com 31 e 32 anos, ou seja, queremos arriscar, mas precisamos pensar em um plano B, afinal nào temos mais 20 aninhos rsrsr

    As nossas profissões constam na lista que tinha sido divulgada, resumindo seria como proceder com esses pontos e por onde iniciar o planejamento..

    Obrigada desde já pela ajuda ..

    Bjão

  8. Mariane Oliveira disse:

    Oi Gaby, tudo bem?
    Flor, fiquei confusa com um detalhe: Você disse que seu marido ganhou o visto de trabalho? Como?
    Moro no Canadá á 4 meses, meu noivo é Canadense e a única maneira mais rápida e barata para que eu possa primeiro pegar o ‘work permit’ e na sequência a ‘residência permanente’ vai ser casando, mas quando vi que seu marido ‘ganhou’ fiquei confusa e interessada em saber.
    Se puder me explicar este detalhe, eu agradeço muito!!!!

    • Olá Mariane. Eu apliquei para o visto de estudos e consegui… Logo, meu marido conseguiu o visto de trabalho (quando apliquei meu visto de estudos pedi visto para ele). Espero ter esclarecido. Acho que “ganhar” foi só um termo… Foi tudo aplicado, mas se vc tiver o visto de estudos o cônjuge consegue o de trabalho. Não sei se aplica-se para estudar inglês, acho que só pos graduação. Boa sorte

  9. Ariadne disse:

    Ótimos posts!! Eu e meu marido visitamos o Canadá (Montreal e Québec) este ano e gostamos muito. Já temos amigos que imigraram e conseguiram o PR. A gente planeja iniciar o processo de seleção para a província do Québec ou o Federal Skilled Worker ano que vém. Mas ao mesmo tempo, eu tenho vontade de fazer um PhD no Canadá. Já localizei algumas instituições que tenho interesse (a área minha e a do meu marido é engenharia civil). Estou considerando muito a idéia de aplicar para um PhD, pois acabei de concluir meu mestrado aqui no Brasil. E, durante o PhD fazer o processo de imigração. Mas sempre fica a dúvida de qual seria o melhor caminho… Hoje, depois da experiência de vocês, teria alguma dica sobre como fazer essa escolha?
    Abraço!!

    • Olá Ariadne. Minha dica é planejamento. Leia muito sobre os processos e veja com antecedência qual deles se adapta melhor ao seu caso. Com PR os cursos de PhD ficam beeem mais baratos, então talvez seja uma opção tentar o Canadian Experience ou o de Quebec antes. É difícil dizer o que funciona melhor… No meu caso foi vir estudar, meu marido ganhou visto de trabalho, conseguiu emprego e conseguimos via Canadian Experience. Achei uma ótima opção, mas como disse cada caso é um caso. Espero que de tudo certo com vcs! Beijos e obrigada pela visita ao blog

  10. Letícia Antonelli disse:

    Como posso ir para estudar? Tenho 37 anos e acabei de me formar em Administração. Posso ir para fazer um curso de inglês? Como conseguir? Tenho que entrar em contato com a escola primeiro? Ou é só pedir o visto na embaixada? Obrigada.

  11. Ana disse:

    Ninguém merece essas complicações de processos mesmo! E tudo demora muito, não tem jeito. Como você, a gente também fez tudo por conta própria, sem agente, sem despachante nem nada. Até porque as informações oficiais estão todas no site do governo, né? Não tem como errar. Mas que bom que, no final, deu tudo certo pra vocês!

  12. William disse:

    Gaby,
    ótimo post, fico no aguardo da part 2!!!

    Eu vim para Winnipeg para estudar também, me apaixonei por Winnipeg, pelo Canada, e um coisa é certo Quero Ficar, já dei entrada no PR agora é só aguarda e aguarda!!!

    Abraço

    William
    http://williamrumoaocanada.blogspot.com.br/

  13. Viviane disse:

    Obrigada, Gabriela, por dividir conosco suas experiências no Canadá!
    Acompanho seu blog tem pouco tempo, pois eu, meu marido e minha filha iremos em outubro para Toronto. Meu marido irá estudar inglês durante 2 meses e aproveitaremos a oportunidade para também conhecer o Canadá, esse país que tanto admiramos. O doutorado na UofT ainda é um sonho que está sendo planejado por ele, e eu o estou apoiando, dando suporte para fazê-lo crer que um dia isso vai se concretizar, pelo excelente profissional que ele é, comprometido, focado.
    Obrigada por suas palavras, seu blog com o qual tanto nos identificamos!
    Tudo de melhor para você e sua família!!!

  14. Certamente o post mais esperado de todos os tempos do Gaby no Canadá hehehehe
    Na verdade, como já li cerca de 98% do seu blog, percebi algumas pistas que você deu sobre como foi parar aí, mas um post completinho e detalhado como esse (e imagino que o próximo também será), foi realmente ótimo.
    Aguardando o próximo….

  15. Camila Novais disse:

    Oi Gaby!
    Obrigada pelo post 🙂
    Estou ansiosa pela continuação.

    xx
    Camila

  16. Estefania disse:

    Nossa Gaby! São tantos processos (jeitos) para imigrar para o Canadá que realmente fica difícil saber qual caminho seguir… Mas tinha tudo para dar certo no seu caso, vocês são jovens e qualificados. Estou juntando a documentação para participar do Entry express que será lançado em Janeiro de 2015. Aguardaremos as novidades.

  17. Helena disse:

    Gabi! Que legal! Não sabia que vocês tinham conseguido!! Parabéns!! =) A mais nova canadenese/brasiliense/florianopolitense =P

    Bjooooooo

  18. Grasiela disse:

    Nossa Gabi que raiva heimmmm….mas mto bacana que souberam fazer sozinhos. O meu é sponsorship family. Eu já to 1 ano e 2 meses longe do marido, naoooooo é facil !!!! Só tivemos 15 dias juntos fim do ano, que foi quando casamos. Quando ele foi éramos namorados ainda…por sinal eu e meu marido nos conhecemos tem 10 anos…..namoramos depois terminamos e voltamos ano passado…uma pausa de 6 anos kkkkkkk…acho que já tinha te comentando. Ah o processo dele foi Self-Employed e ele estava no Brasil e esperou 2 anos e pouco pela aprovação do visto dele de residente permanente…..bjo

  19. Esse post (ou melhor, essa série de posts) é/será sensacional, Gaby. Acredito ser esta uma das maiores dúvidas de quem quer morar fora: mas, e aí, como fazer? Muito legal vc dividir a sua experiência por aqui 🙂
    Mas eu parei um pouco logo no início do post quando li que você foi em agosto de 2010. Eu ainda fico em dúvida se tenho a sensação de que parece que foi ontem ou se parece que faz muuuuito mais tempo. Engraçado isso! Mas o resumo é: a saudade é sempre imensa <3
    Beijão, Letícia
    http://sosintolerante.wordpress.com

    • Obrigada pelo recado Lê…. isso me conforta um pouco porque o tempo passou sim muito rápido – quase 4 anos por aqui – mas saber que a família continua ai no Brasil e me apoiando é fundamental. Amo vcs! Beijos

  20. Cristiane disse:

    Gabi, não sei se você já postou sobre isso (ainda não consegui ler o blog todo), seu marido é da área da saúde também? Se não for, e se possível, comente um pouco sobre o processo pra ele arrumar emprego. Sei que é complicado falar sobre isso porque é muito pessoal, mas só dá uma pincelada no assunto.

    Sempre vejo/ouço história de pessoas da área da saúde que conseguiram fazer a mudança, queria saber como é pra outra área.

    Só comentando sobre uma parte do post: Acho que as pessoas falam em ir estudar pra ficar aí porque parece ser mais rápido para arrumar um emprego bom (já faz contatos durante o curso, ou tem pelo menos algum conhecimento sobre como as coisas funcionam no outro país).

    • Ola Cristiane. Obrigada pelo recado… meu marido não é da área de saúde não. Quem sabe eu escrevo um post falando sobre como ele conseguiu emprego. Apesar de eu não trabalhar diretamente tratando pacientes ainda estou muito na minha área – como pesquisadora – e gosto muito do que faço.
      Eu entendo que as pessoas querem imigrar e acabam achando que é mais fácil e mais rápido para arrumar emprego… eu acho que estudar por aqui é muito difícil (os preços são super altos e você só vai se destacar – e consequentemente conseguir um emprego – se gostar do que faz e se dedicar 110%). Foi nesse sentido que eu escrevi: se você não gosta de estudar e não pensa em seguir a área acadêmica ou de pesquisa pense em outra maneira para imigrar. Esta é a minha opinião…
      Obrigada pelo comentário!
      Beijos

  21. Pamela disse:

    Ebaaa Gaby, agora é que virei sua fã de vez!! haha
    Sua determinação e a união da sua família são inspiradoraas. Estou ansiosa para saber como chegaram ao tão sonhado PR! *–*

    PS: E nosso café sai quando? Podia ser uma comidinha japonesa, o que acha? rsrs

    Beeeijos e muuuito sucesso! :*

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